Futebol Arte Marcial – Brigas nos vestiários

  • por Bráulio Silva
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No último fim de semana, chamou-nos a atenção uma briga que rolou nos vestiários, após a vitória do Feyenoord diante do PSV, por 2×1. Lens, que havia inaugurado o marcador pro PSV, brigou após o jogo com Mathijsen, do Feyenoord, no túnel de acesso aos vestiários.

O lance que gerou a revolta do atacante do PSV aconteceu no fim de jogo. Numa bola alçada para o campo de ataque, os dois jogadores trombaram e Lens levou a pior. O juiz nada marcou. Como todo clássico tem que ser, o jogo foi disputado com intensidade do primeiro ao último minuto. O PSV lidera a competição e o Feyenoord ocupa a terceira posição, agora 3 pontos atrás dos líderes.

Na confusão que envolveu outros jogadores, um dos mais exaltados era o goleiro Tyton, que tomou as dores de seu companheiro de equipe. No vídeo (veja no link abaixo) também aparece em destaque o zagueiro brasileiro Marcelo.



Invariavelmente ocorrem confusões em vestiários. A mais recente delas foi no Morumbi, na final da Sul-Americana de 2012. O complicado é vazarem imagens… Outra que teve bastante repercussão na época, e que teve imagens, foi o entrevero entre os meias Ricardinho e Marco Aurélio, que naturalizou-se turco, após uma partida entre Besiktas e Fenerbahçe, válida pela Copa da Turquia.

Na Turquia, brigas entre jogadores acontecem aos montes. As torcidas também exalam violência. Nessa briga entre os brasileiros, chegou a ser ventilada a possibilidade de Ricardinho ter feito ofensas racistas ao volante do Fener, fato que foi negado pelo próprio Aurélio. A confusão entre eles começou durante a partida. Após serem advertidos pelo árbitro, o jogo seguiu, mas o sangue não esfriou e o brasileiro naturalizado turco foi pra cima do compatriota no estacionamento do estádio, após a partida.



Em 2006, Ricardinho foi eleito por alguns jogadores como o mais odiado do Brasil. Isso depois de ser boicotado no São Paulo onde ganhou o singelo apelido de “trezentinhos”, em alusão ao alto salário que recebia no Morumbi. A principal justificativa era que ele seria traíra, por sua conduta junto aos treinadores.

É isso aí, semana que vem tem mais!

Paulistano, casado e com 33 anos. Apaixonado por futebol e pelo São Paulo FC. De memória privilegiada, adora relatar e debater fatos futebolísticos de outrora. Ex-estudante de jornalismo, hoje gerencia uma drogaria no município de Barueri, além de escrever para a Doentes por Futebol.

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