Magnata russo faz oferta de 4.3 bilhões de reais pelo Arsenal

O momento não é dos mais pacíficos no lado norte de Londres. Arsène Wenger vem sendo duramente criticado pelos decepcionantes resultados do Arsenal nas últimas temporadas. Seus maiores “escudos” no último decênio no comando do clube; a parcimônia financeira no mercado e classificações ininterruptas para a fase principal da UEFA Champions League, não aplacam mais a sede de títulos da torcida.

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Manifestações cada vez mais contundentes – vide acima – vem acontecendo nos jogos da equipe. Todas pedindo a saída da lenda francesa do comando gunner. Ainda não se sabe se Wenger renovará seu contrato ou não com o Arsenal. Sánchez e Özil também ainda não estenderam seus contratos. E em meio a toda esta indefinição, surge mais uma notícia que mexe com os bastidores do clube. Alisher Usmanov, magnata que detém 30% das ações do Arsenal, fez uma oferta de 1 bilhão de libras (aproximadamente 4.3 bilhões de reais) para comprar mais 67% das ações do clube.

Mudança de dono à vista?

Segundo informação do Finacial Times, Usmanov fez uma proposta formal a Stan Kroenke, acionista majoritário do Arsenal. Os dois não matém relação amigável. O russo já criticou abertamente a falta de investimentos financeiros da diretoria do Arsenal em reforços de peso:

“Não acho que a culpa seja inteiramente do técnico pelo momento ruim do Arsenal. A diretoria e o acionista majoritário do clube possuem enorme responsabilidade nisto.”

Usmanov adquiriu suas primeiras cotas do clube em 2007. Comprou 14.6% por 75 milhões de libras. Depois, no ano passado, aumentou sua porcentagem para 30%. Aparentemente, o russo cansou de ficar em desvantagem nas decisões de gestão dos rumos.

Definições ao final de 16/17

O Arsenal não termina o ciclo de 16/17 nada bem. Wenger pode entregar o clube fora da UEFA Champions League pela primeira vez desde que assumiu, em 1996. Isso somado a falta de títulos expressivos, as incontáveis eliminações precoces no torneio continental – com direito a goleada vexatória para o Bayern – e a falta de nomes de peso em contratações na deixa o ambiente nada favorável.

Assim como não sabemos se o Arsenal terá um novo dono para a próxima temporada, também não sabemos se Wenger renovará com o clube (seu contrato termina na atual temporada). Junte isso as “novelas” para renovação dos contratos de Özil e Sánchez, que estão cada vez mais próximos de período em que podem assinar pré-contrato com outras equipes, e você tem a receita “perfeita” para o caos.

Agora, é acompanhar o desenrolar dos acontecimentos.

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Botafoguense e apaixonado por Futebol.

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