Inter pretende limar excesso de estrangeiros

 

D’Alessandro, Forlán, Guiñazú, Dátolo e Bolatti. Cincos estrangeiros no time do Inter, em um torneio que só permite três forasteiros por jogo. Deste modo, o Inter disputou o Brasileirão de 2012, sempre sem poder contar com dois de seus jogadores. A limitação fazia com que o Colorado tivesse que recorrer à base ou a outras contratações. Para 2013, a meta é negociar dois dos estrangeiros do grupo, ficando somente com os três que poderão ser relacionados aos jogos. Abaixo, listamos as características de cada um deles e a chance de ser limados do grupo colorado:

 


• Andrés D’Alessandro: Viveu um ano atípico em 2012, com diversas lesões e pouco futebol. Porém, tem o apoio do novo técnico do Inter, Dunga, que declarou que existem poucos “D’Alessandros” no futebol brasileiro. Dunga manterá a faixa de capitão com o argentino. Só sai se chegar uma proposta irrecusável ao Inter. Em 2012, recusou uma proposta milionária da China. É o jogador mais bem pago do plantel do Inter e deve permanecer no Inter em 2013, apesar das tentativas do River Plate de repatriar o jogador.
 

 

 

• Diego Forlán: Melhor jogador da Copa do Mundo de 2010, chegou no Inter na metade da temporada. Sem uma preparação física decente, não conseguiu repetir as boas atuações com a camisa colorada. É uma aposta do marketing colorado na venda de camisas. Espera-se que, em 2013, com uma boa pré-temporada, renda o esperado. Deve ficar no Inter.

 

 

 

 

Esses dois jogadores estão praticamente certos. Já os três jogadores abaixo, disputam uma vaga:

 


• Guiñazú: Ídolo da torcida, pela disposição durante os jogos, Guinãzú seria considerado intocável até 2011. Porém, neste ano, não rendeu tanto quanto era esperado pela torcida e poderá ser negociado ao futebol argentino, país de origem do jogador. Apesar da raça e da correria que coloca no meio de campo, o Cholo, apelido do jogador, não tem o hábito do chute. Seus críticos apontam essa características como sendo maléfica ao clube, já que elimina o fator surpresa, vindo de trás. No Inter desde 2007, pode ser negociado para dar espaço a Dátolo ou Bolatti.

 

 

 


• Bolatti: Contratado em 2011, teve um breve destaque no Inter, durante a Libertadores. Marcando gols e aparecendo seguidamente na área adversária, foi bem recebido pela torcida. Porém, seu futebol começou a decair e logo foi colocado na reserva. Com a chegada de Forlán e Dátolo, perdeu completamente o espaço, sendo relacionado a poucas partidas. Nas partidas que entrou, na função de primeiro volante, não conseguiu convencer os técnicos colorados da sua qualidade. Comenta-se que deveria jogar como segundo volante, vaga ocupada pelo também argentino Guiñazú, pois sua saída de bola é qualificada, mas não tem um forte poder de marcação e desarme. É um dos mais cotados para sair.

 

 

 

 

• Dátolo: Último estrangeiro a chegar em Porto Alegre, atua como um meia armador. Acometido por lesões, nunca chegou a ter uma sequência de jogos. Contra si, há o fato de jogar na mesma posição que o D’Alessandro. Para jogar no Inter, teria que ser recuado, jogando na função hoje ocupada pelo garoto Fred, um dos destaques do Inter nesse campeonato. Se permanecer no Inter, deverá ser opção no banco de reservas. Pode ser negociado ao futebol argentino.

 

 

 

E você, Doente, deixaria quais estrangeiros no Inter?

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Gaúcho, colorado e estudante de Engenharia de Computação. Doente por futebol desde que se entende por gente. Joga futsal nas horas vagas. A cada dois jogos, uma lesão.