Konami paga “esmola” a clubes brasileiros

  • por Felippe Garcia
  • 7 Anos atrás

KONAMI

Já te bateu a curiosidade em saber quanto os games pagam para poderem explorar os uniformes e nomes dos clubes?
Pois bem! Recentemente o site Pro Evolution Soccer Brasil apurou os valores e, para a surpresa, os valores são muito abaixo do imaginado.

A franquia Pro Evolution Soccer, antigo Winning Eleven, tem explorado os clubes brasileiros nos últimos anos devido à compra dos direitos da Copa Santander Libertadores da América. Começaram apenas com os clubes que participavam do torneio. Porém, no ultimo lançamento, adquiriu os direitos de mais clubes brasileiros, não só da Libertadores, mas da Série A.

Um dos motivos do sucesso dos clubes brasileiros no game é a popularidade que a franquia tem entre os brasileiros. Mesmo com a grande vantagem de vendas da franquia concorrente (FIFA SOCCER), os brasileiros tem costume de ainda jogar o game da Konami. Outro fator é a vinda dos craques para o Brasil. Ronaldinho Gaúcho, Forlán, Seedorf, Ronaldo, entre outros.

Os valores pagos aos clubes brasileiros são verdadeiras esmolas. Para ser ainda mais vexatório, Neymar consegue valores maiores que os clubes. Um jogador leva quantia maior para estampar a capa do game. R$ 300 mil é o valor pago a Neymar.

Confira a lista:

1º SANTOS: R$ 119.000
2º SÃO PAULO: R$ 74.000
3º CORINTHIANS: R$ 70.000
4º INTERNACIONAL: R$ 55.000
5º FLAMENGO: R$ 52.000
6º PALMEIRAS: R$ 37.000
7º FLUMINENSE: R$ 35.000
8º GRÊMIO: R$ 35.000

Todos os demais clubes receberam menos de 25 mil reais pelo uso de suas marcas.

konami

Segundo informações, a Liga BBVA (Campeonato Espanhol) e a TIM SERIE A (Campeonato Italiano) que negociam um pacote de valores divididos igualmente entre os clubes. Cada clube recebe mais de R$ 330 mil , sendo que alguns times como Milan, Barcelona, Real Madrid, Internazionale, Manchester United e Bayern de Munique levaram quase R$ 600 mil cada um.

Além disso, as ligas da Espanha, Itália, França e Holanda recebem percentuais pelas vendas em seus respectivos países, algo que não ocorre no Brasil.

Esse é um pequeno exemplo de como o futebol brasileiro ainda possui traços de amadorismo e precisa aprender com as organizações lá de fora.

A pergunta é: Quando vamos aprender?

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Publicitário apaixonado por esporte. Fundador do projeto Doentes por Futebol.