Especial Oscar 2013 – Djangotelli

  • por José Eduardo Volpini
  • 8 Anos atrás

djangotelli

Escondido, andava em bando, escoltado por Roberto Mancini. Italiano e astro desta história, Mário Balotelli não se destacava como de costume na acorrentada equipe do treinador.

Berlusconi, sabendo de seu potencial, tratou de resgatar o jogador. Como também acontece no filme Dr King Schultz, no qual aparece no meio do caminho de Django. O esforço foi grande. Berlusconi e Galliani contaram moedas, quebraram porquinhos e até tentaram empurrar o pobre Robinho com a intenção de enganar alguém e conseguir algum lucro, que após essa janela, parece improvável. Após tanta luta, a contratação foi concluída e parcelada. Afinal, nem na Europa está fácil. Já na película de Tarantino, a cena da troca ocorre de maneira mais inusitada. Django mostra o deseja de voltar para sua amada, como Balotelli sempre fez ao falar sobre o Milan. Berlusconi e King Schultz foram a ponte para a realização desse sonho.

Junto com uma figura paterna, mas não com ensinamentos tão didáticos, Mário e Django, que demonstram um potencial absurdo desde o início, evoluem de maneira rápida e impressionante. No Milan, o atacante parece que atua há anos na equipe. São quatro gols em três jogos. Mas isso é apenas o começo de uma história que terá grandes obstáculos, talvez não tão consagrados como Samuel L. Jackson e Leonardo di Caprio, mas rivais jovens e especulados por grandes equipes, sendo eles Cavani e Jovetic. 

O imprevisível faz parte tanto da história do atacante da Azzura como do novo sucesso de Tarantino. Gostando ou não, os dois mudam o cenário repleto de mesmice e clichês.

Críticas:

‘Insano’.
Roberto Mancini.

‘Vale a pena’.
Silvio Berlusconi.

‘Why Always Me?’.
Mario Balotelli.

Comentários