Libertadores: Brasil pela 22º nas semifinais

  • por Bráulio Silva
  • 8 Anos atrás

Novamente o Brasil coloca um representante nas semifinais do torneio.

Semis libertadores

O futebol brasileiro tem 16 títulos da Taça Libertadores da América, inclusive o do último ano, quando o Corinthians venceu a competição diante dos argentinos do Boca Juniors.

Foto: reprodução - Campeão ano passado, Corinthians fez a semifinal contra outro brasileiro, o Santos.

Foto: reprodução – Campeão ano passado, Corinthians fez a semifinal contra outro brasileiro, o Santos.

Neste século, as equipes brasileiras vem disputando finais consecutivamente desde 2005. Um ano antes, na última edição com final sem brasileiro, o Once Caldas bateu o São Paulo nas semifinais e ganhou do Boca na grande final. O fato é tão marcante que até o São Caetano chegou à final da Libertadores, em 2002.

Nesta quinta-feira, o Atlético-MG se garantiu nas semifinais após empatar em casa, de forma dramática, com os mexicanos do Tijuana. Com isso, manteve um tabu que perdura desde 92. Desde aquela Libertadores, ao menos um clube brasileiro alcança as semifinais da competição.

Foto: reprodução - Victor, o herói alvinegro, defende o pênalti no último lance.

Foto: reprodução – Victor, o herói alvinegro, defende o pênalti no último lance.

Em 1991, na última vez em que o Brasil não esteve representado nas semifinais, Flamengo e Corinthians eram os representantes brasileiros e ambos foram eliminados pelo Boca Juniors, nas oitavas de final e quartas de final, respectivamente.

Naquele ano, as semifinais foram disputadas entre Colo-Colo (CHI) x Boca Juniors (ARG) e Atlético Nacional (COL) x Olímpia (PAR). A final foi disputada entre chilenos e paraguaios e o Colo Colo ficou com o título.

Foto: reprodução: Colo Colo, do Chile, foi o campeão da última libertadores sem brasileiros nas semis.

Foto: reprodução: Colo-Colo, do Chile, foi o campeão da última libertadores sem brasileiros nas semis.

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Paulistano, casado e com 33 anos. Apaixonado por futebol e pelo São Paulo FC. De memória privilegiada, adora relatar e debater fatos futebolísticos de outrora. Ex-estudante de jornalismo, hoje gerencia uma drogaria no município de Barueri, além de escrever para a Doentes por Futebol.