Agência cria aplicativo para substituir as caxirolas

  • por Helena Cristina de Oliveira
  • 6 Anos atrás
Na "Revolta das caxirolas", a torcida do Bahia jogou o instrumento no campo, o que causou a proibição. (Foto: Divulgação)

Na “Revolta das caxirolas”, a torcida do Bahia jogou o instrumento no campo, o que causou a proibição. (Foto: Divulgação)


No último dia 28 de abril, milhares de caxirolas, chocalhos inventados pelo músico Carlinhos Brown com o intuito de substituir as vuvuzelas da Copa da África de 2010, foram distribuídas na Fonte Nova, no clássico Bahia e Vitória. Com o segundo gol do Vitória, porém, os revoltados torcedores do Bahia atiraram dezenas de caxirolas no campo. Devido ao ocorrido, em maio foi decretada a proibição de qualquer instrumento na Copa das Confederações e Copa do Mundo de 2014 por questões de segurança.

Mas ainda há uma saída para quem quer fazer muito barulho durante os jogos: o aplicativo “CuicApp”, criado pela agência de Marketing Fábrica. O app será apresentado no Festival Internacional de Criatividade de Cannes, na França, que acontece de 16 a 22 de junho. A ideia é que os torcedores tenham outras opções para animar a competição. O CuicApp está disponível para download somente no sistema Android, mas em breve poderá ser baixado também na Apple Store.

CuicApp será lançado para substituir as caxirolas. (Foto: Divulgação)

CuicApp será lançado para substituir as caxirolas. (Foto: Divulgação)


Para quem não conhece a cuíca, é um instrumento musical parecido com um tambor que produz um som rouco ao ser pressionado pela mão. Ouça o som no vídeo abaixo:


Se ainda assim preferir o som das caxirolas, você pode contar com o famoso jeitinho brasileiro que também já chegou até a tecnologia: sim, gravaram o som do instrumento e criaram diversos aplicativos. “Caxirola”, “Caxirola Brazil 2014” e “Caxirola Copa do Mundo 2014” são algumas das opções. Será que a ideia pega?

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Jornalista. Interessou-se pela área graças ao seu time do coração, o Palmeiras. Foi finalista do 5º Prêmio Santander Jovem Jornalista em 2010, quando ainda era estudante. Com 25 anos, atualmente trabalha na Comunicação & Marketing do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS), em São Paulo. Viu na Doentes por Futebol uma oportunidade de fazer parte do jornalismo esportivo, que é um sonho e um segmento em que acredita que pode ter mais valor para a sociedade.