Copa das Confederações: curiosidades

GERAL

Participações

Taiti comemora título da Copa das Nações da Oceania (Foto: FIFA)

Taiti comemora título da Copa das Nações da Oceania (Foto: FIFA)

– Espanha e Itália vão para sua segunda participação em 2013. Além dessas seleções, apenas a Alemanha e a França participaram de mais de uma edição pela UEFA. Curiosamente, espanhóis e italianos debutaram em 2009.

– O Brasil, recordista de participações, vai para sua sétima edição, sendo todas consecutivas.

– Argentina e França tem históricos sensacionais. Os franceses participaram de duas edições, sendo campeões em ambas (2001 e 2003). Os argentinos participaram de três, alcançando todas finais (1992, 1995 e 2005) e sendo campeões em 1995.

– A Dinamarca foi campeã na única edição disputada (1995).

– O Taiti será a 30ª seleção a participar do torneio. O recordista de participações é o Brasil, que disputará sua 7ª edição. O México participará da 6ª e o Japão da 5ª.

– O Taiti é o único estreante em 2013. Nunca uma competição teve tão poucas seleções nesta situação. Em 2003 foram dois estreantes (Colômbia e Turquia), assim como em 2005 (Grécia e Tunísia). Espanha, Itália e Iraque estrearam em 2009.

Desistências e vice-campeões

– A Alemanha, campeã europeia em 1996, não quis participar da competição em 1997, sendo substituída pela República Tcheca, vice-campeã da Eurocopa do ano anterior.

– Além da República Tcheca, o outro vice-campeão continental a participar em 1997 foi a equipe dos Emirados Árabes Unidos, já que a campeã Arábia Saudita já tinha vaga como país sede.

– Em outras oportunidades, um vice-campeão continental também participou da competição. Em 2005, a Argentina representou a CONMEBOL, visto que o Brasil, campeão da Copa América de 2004, já iria participar como campeão da Copa do Mundo de 2002.

– Em 1999, a França, campeã mundial, não quis participar, então o Brasil, vice-campeão, foi convidado. Neste ano, Bolívia e EUA também participaram como vice-campeões continentais, pois Brasil e México já tinham vaga assegurada.

– Em 2003, a Turquia participou via convite. As equipes da Alemanha (vice-campeã mundial), Itália (vice campeã europeia) e Espanha (2ª no ranking da FIFA) não quiseram participar.

Retrospecto geral

Dinamarca comemora título de 1995. (Foto: Onze Mondial)

Dinamarca comemora título de 1995. (Foto: Onze Mondial)

– A Dinamarca, campeã em 1995, nunca perdeu um jogo, tendo vencido Arábia Saudita e Argentina e empatado com o México. Na mesma edição, a Nigéria também ficou invicta. A equipe venceu o Japão e empatou com a Argentina na primeira fase. Com isso, ficou em segundo no grupo e, na decisão de terceiro lugar, perdeu apenas na disputa por pênaltis para o México . Até hoje, essas são as únicas seleções invictas em toda a sua história no torneio.

– Seis seleções nunca venceram um jogo na história da competição. A Nova Zelândia teve a oportunidade nove vezes, mas o máximo que conseguiu foi um empate. Em três jogos, Canadá e Grécia também conseguiram um empate, enquanto Bolívia e Iraque foram um pouco melhor, com dois empates e apenas uma derrota.

– A Costa do Marfim é a única seleção com 0% de aproveitamento, com duas derrotas em dois jogos, na primeira edição da competição.

– Canada, Grécia e Iraque foram além e não marcaram um gol sequer nos três jogos realizados por cada um deles.

– A Nova Zelândia conseguiu ser lanterna da competição em três oportunidades. Costa do Marfim (1992), Japão (1995), África do Sul (1997), México (2001) e Austrália (2005) também ficaram em último lugar.

– O México conseguiu a proeza de ser campeão em 1999 e último colocado, atrás inclusive do vizinho Canadá, na edição de 2001.

– Três equipes europeias possuem os melhores aproveitamentos da competição. A França, com 9 vitórias e apenas 1 derrota, tem 90% de aproveitamento, enquanto a Espanha (4 vitórias e 1 derrota) conquistou 80% dos pontos. A Dinamarca vem a seguir, com 77,8% de aproveitamento. Nesse quesito, a seleção brasileira é apenas a quarta, com 70,2%.

– Em relação à pontuação geral, o Brasil tem 59 pontos conquistados, em 28 partidas, seguido pelo México com 29 pontos e a França com 27.  Em número de vitórias, o Brasil tem 18, a França 9 e o México 8. Austrália, Japão e Argentina venceram 5 jogos na história do torneio.

Outros Recordes

Golaço de Neymar frente ao Japão na abertura da Competição deste ano (reprodução).

Golaço de Neymar frente ao Japão na abertura da Competição deste ano (reprodução).

– A seleção brasileira tem sete vitórias consecutivas, não empatando ou perdendo desde 2005. Ao vencer a estreia de 2013 contra o Japão, igualou o recorde histórico da França, de oito vitórias consecutivas desde 2001.

– Brasil e França estão invictos há oito jogos. O recorde de invencibilidade é da seleção brasileira, que não perdeu durante nove jogos entre 1997 e 1999.

– Brasil x EUA é a partida que mais vezes aconteceu na história da competição: 4 vezes. Brasil x México acontecerá, também pela quarta vez, em 2013.

– O placar de 1×0 se repetiu em 24 ocasiões. A vitória por 2×0 aconteceu 17 vezes e o placar de 3×0 em 10 vezes.

– A equipe de Camarões ficou 572 minutos sem sofrer gol, desde o segundo jogo de 2001 até a prorrogação da partida final em 2003.

– Duas seleções podem ser considerar detentoras de uma “tríplice coroa”. Em 1997, o Brasil venceu a Copa das Confederações sendo o atual campeão da Copa América (1996) e da Copa do Mundo (1994). Em 2001, o mesmo aconteceu com os franceses, campeões europeus em 2000 e mundiais em 1998. A Espanha pode repetir a façanha em 2013.

– Nenhum campeão da Copa das Confederações se tornou campeão mundial no ano seguinte.

– A única vez em que três participantes estiveram no top 5 do ranking da FIFA foi em 2009: Espanha, Itália e Brasil.

– A Copa das Confederações é a única competição de nível global que já ocorreu nas quatro estações do ano.

– A Copa das Confederações vencida em 1992 foi o último título profissional mundial da Argentina. Um ano depois, a equipe venceu a Copa América pela última vez.

Comentários

Sergio Rocha é torcedor do Madureira e sempre teve o sonho de escrever sobre esportes em geral, embora tenha optado pela carreira de engenheiro civil. No "currículo", cadernos recheados de resultados esportivos e agendas da década de 90, quando antes da internet acessava rádios de diversos locais do país buscando os resultados esportivos do Acre à Costa Rica. Além de fanático por futebol, é fanático por praticamente todos os esportes, e no tempo livre que sobra sempre busca os últimos resultados esportivos do PGA Tour ou dos futures da ATP. Além disso, coleciona quadrinhos da Disney e é louco por astronomia.

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