5 duplas estrangeiras que marcaram o futebol mundial

  • por Henrique Souza
  • 7 Anos atrás

Riquelme e Palermo

Foto: Reprodução - Riquelme e Palermo: sintonia perfeita dentro de campo.

Foto: Reprodução – Riquelme e Palermo: sintonia perfeita dentro de campo.

Um especialista em criar oportunidades e outro em aproveitá-las. Com essas características, não é de se admirar que a parceria entre Riquelme e Palermo tenha dado tão certo dentro de campo. Embora os argentinos tivessem suas diferenças pessoais, souberam manter o profissionalismo para formar uma das maiores duplas do futebol mundial, responsável por diversos títulos conquistados pelo Boca Juniors. Não foram poucos os gols de Palermo que nasceram dos passes e cruzamentos perfeitos de Riquelme. Juntos, o meia e o atacante conquistaram o Apertura por 3 vezes (1998, 2000 e 2008) e o Clausura uma vez (1999), além de 2 Libertadores (2000 e 2007), 1 Mundial Interclubes (2000) e uma Recopa Sul-Americana (2008).

Cannavaro e Thuram

Foto: Reprodução - Cannavaro e Thuram: garantia de segurança na defesa.

Foto: Reprodução – Cannavaro e Thuram: garantia de segurança na defesa.

Antes de ser desmantelada após o escândalo do Calciocaos, a equipe da Juventus contava com um elenco estelar, com craques como Buffon, Del Piero, Nedved, Ibrahimovic, Thuram e Cannavaro. Os dois defensores, por sinal, formaram uma dupla de zaga fortíssima, ajudando a construir uma defesa sólida, característica dos times treinados por Fabio Capello. A parceria entre o italiano e o francês, na verdade, começou no Parma, onde jogaram de 1996 a 2001, conquistando uma Supercopa italiana, uma Copa da Itália e uma Copa da UEFA. Em 2004 voltaram a se encontrar, já na Juve, onde ganharam 2 Campeonatos Italianos (títulos confiscados posteriormente).

Vieira e Makélélé

Foto: Reprodução - Vieira e Makélélé: proteção à defesa e chegada ao ataque com qualidade.

Foto: Reprodução – Vieira e Makélélé: proteção à defesa e chegada ao ataque com qualidade.

Uma dupla de volantes capaz de garantir marcação asfixiante, qualidade na saída de bola e boa chegada ao ataque. Patrick Vieira e Claude Makélélé eram capazes de neutralizar qualquer meio campo adversário, dando a tranquilidade necessária para Zidane e Henry brilharem. Enquanto Makélélé ficava mais preso, Vieira avançava mais, aparecendo no ataque. Os dois estiveram juntos em 2 Copas do Mundo (2002 e 2006) e 2 Eurocopas (2004 e 2008).

Xavi e Iniesta

Foto: Reprodução - Xavi e Iniesta: dupla capaz de controlar o jogo.

Foto: Reprodução – Xavi e Iniesta: dupla capaz de controlar o jogo.

Outra dupla de meio-campistas que marcou e ainda marca época. Talvez a mais vitoriosa da história. Os dois espanhóis só vestiram duas camisas na carreira: a do Barcelona e a da Espanha. A parceria entre os dois ganhou destaque com Pep Guardiola, que montou o melhor Barcelona da história. Engrenagens fundamentais na máquina blaugrana, ambos só perdem em importância para Lionel Messi. Inteligência, senso tático, qualidade técnica e outras qualidades fazem Xavi e Iniesta controlarem qualquer partida. Desde 2002 atuando juntos pelo Barcelona, já venceram 6 Campeonatos Espanhóis (2005, 2006, 2009, 2010, 2011 e 2013), 2 Copas do Rei (2009 e 2012), 3 Ligas dos Campeões (2006, 2009 e 2011), 2 Supercopas Europeias (2009 e 2011) e 2 Mundiais Interclubes (2009 e 2011). Pela Espanha, são parte da geração mais vitoriosa da história do país, com 2 Eurocopas (2008 e 2012) e 1 Copa do Mundo (2010).

Di Stéfano e Puskás

Foto: Reprodução - Di Stéfano e Puskás: Lendas do futebol marcaram a história do Real Madrid.

Foto: Reprodução – Di Stéfano e Puskás: Lendas do futebol marcaram a história do Real Madrid.

Dois dos maiores jogadores da história, o argentino Di Stéfano e o húngaro Puskás marcaram de vez seu nome na história do Real Madrid. Os dois atacantes foram peças chave no período mais vitorioso da equipe espanhola. Já experientes quando chegaram ao Real, Di Stéfano (em 1953) e Puskás (1958) ganharam juntos 4 Campeonatos Espanhóis (1961, 1962, 1963 e 1964), 1 Copa do Rei (1962), 2 Ligas dos Campeões (1959 e 1960) e 1 Mundial Interclubes (1960). Merece destaque a grande atuação da dupla na final da Liga dos Campeões contra o Eintracht Frankfurt, em 1960. O Real venceu por 7 x 3, com 4 gols de Puskás e 3 de Di Stéfano.

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Doente por futebol desde que se conhece por gente. Formado em Educação Física e estudante de jornalismo. Apaixonado por jogos e times clássicos. Considera Zidane, Ronaldo, Romário e Messi os maiores que viu jogar.