Palmeiras, já com as filosofias de Felipão, é favorito para vencer o Bahia em Salvador

  • por Victor Gandra Quintas
  • 1 year atrás

Técnico campeão mundial com o Brasil em 2002 se apresenta ao Verdão nesta sexta-feira

A semana dos jogos de ida das quartas de final da Copa do Brasil será finalizada nesta quinta-feira, 2 de agosto, com o Palmeiras encarando o Bahia na Arena Fonte Nova, em Salvador, às 19h15, horário de Brasília. Vale lembrar que não temos mais o critério gol fora de casa para o desempate, além desta fase do torneio contar com o árbitro de vídeo.

Não é desta vez que o Alviverde vai contar com Luís Felipe Scolari em seu banco de reservas. O treinador vai ser apresentado apenas na sexta-feira, um dia depois. Enquanto isso não acontece, quem comanda o time é Paulo Turra, auxiliar de Felipão, que vem trabalhando com o elenco há cerca de uma semana. Com a saída de Roger Machado, imprensa e torcida quererem saber como será daqui para frente a formação do antigo Palestra Itália. Olha, para o compromisso de hoje, o técnico interino optou pelo mistério e não deu grandes indicativos de quais são os atletas que vão começar jogando.

O zagueiro Antônio Carlos falou, durante coletiva de imprensa, sobre o novo comando. “O professor Paulo Turra já está implantando o trabalho do professor Felipão, e nós procuraremos evoluir a cada dia mais. É um processo de evolução. Temos de trabalhar mais, suar mais e ouvir mais para que este processo de evolução aconteça.”

Já o meio-campista Moisés comentou as dificuldades que ele o os companheiros vão encontrar na Bahia. “Precisamos ter concentração alta, fazer o melhor nos dois jogos. Fazendo isso, a gente se aproxima mais da vitória e temos chance de passar pelo adversário. Temos de ter concentração, foco e saber que o jogo não acaba na quinta, mas que podemos dar um passo à frente. Sabemos da dificuldade que encontraremos contra o Bahia, é uma equipe rápida e de muita transição. Sabemos as características e pontos fortes deles, então temos de neutralizá-los.”

Olha, se tiver que arriscar uma possível formação, acho que veremos a seguinte: Weverton, Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique e Moisés; Willian, Dudu e Deyverson, Se assustou com o último nome? Antes preterido por Roger, Deyverson vem ganhando uma atenção especial da nova comissão técnica.

Mesmo tendo um dos melhores elencos do nosso futebol, o Palmeiras precisa ser regular. Jogando como visitante, nas últimas cinco partidas, foram dois resultados positivos, um negativo e dois empates. No domingo passado, o triunfo foi em casa, no Allianz Parque, sobre o Paraná: 3 a 0, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. O clube de São Paulo é apenas o sexto lugar da tabela com 26 pontos, 8 a menos que o líder Flamengo.

Para hoje, o Oddsshark.com indica que o Verdão é favorito para sair na frente e vencer a eliminatória da Copa do Brasil, estando avaliado em R$ 2,37 a cada real aplicado por você.

Bahia

Já o Tricolor de Aço, tradicionalmente forte quando está ao lado de sua fanática torcida, não vive a melhor fase da temporada, porém tem uma invencibilidade como mandante de sete duelos, sendo três vitórias e quatro empates. Na última segunda-feira, os nordestinos evitaram a derrota no finzinho do compromisso com o Atlético Mineiro e empataram em 2 a 2. O Bahia é o 15º colocado do Brasileirão.

Para encarar a formação do Sudeste, Enderson Moreira não vai poder escalar o lateral Léo, suspenso, já que foi expulso nas oitavas de final diante do Vasco da Gama, em São Januário. Com isso, o experiente chileno Mena fica com a vaga. Ao que os treinos apontam, os 11 titulares devem ser: Anderson; Bruno, Tiago, Lucas Fonseca e Mena; Gregore e Elton; Edigar Junio, Vinícius e Zé Rafael; Gilberto. Olhando para estes nomes, vale ressaltar o meia Zé Rafael, que vem fazendo belas apresentações recentemente.

“É uma decisão extremamente importante para nós, para o clube, e precisamos da energia do nosso torcedor. A gente tem uma sequência absurda de jogos e precisa de 100% da torcida, que possa nos incentivar, jogar para cima, para que a gente tenha forças para enfrentar um time que, sem dúvida nenhuma, é um dos favoritos a todas competições que participar, não só no futebol brasileiro, mas sul-americano. Mas a gente está muito ansioso e com o desejo muito claro de poder fazer dois grandes jogos e, quem sabe, conseguir uma classificação”, convocou Enderson.

Um vitória baiana gera o retorno de R$ 3,20 por 1, ainda segundo Oddsshark.com. O que achar de apostar na zebra?

Histórico de Confrontos

Na atual temporada, baianos e paulistanos já se enfrentaram. Foi pelo Brasileiro, no dia 19 de maio, no Allianz. Os mandantes ficaram com os três pontos fazendo o placar de 3 a 0. No geral, foram 22 vitórias alviverdes e 9 tricolores, além de 10 empates. A freguesia do pessoal da Terrinha e do Pelourinho é bem grande, hein! Eles não vencem os palmeirenses em casa há cinco jogos.

A desvantagem fica maior quando vemos que quando o mando foi nordestino, em quatro ocasiões, o placar quem mais foi registrado foi o de 1 a 0 para o Palmeiras. Caso tenhamos novamente o mesmo marcador mais tarde, você embolsa R$ 6,50.

Palpites

Olha, vamos aumentar estes valores de retorno para você. De acordo com o Oddsshark.com, o empate no primeiro tempo e vitória do Bahia no segundo pagam R$ 5,00, enquanto que a situação inversa rende mais R$ 10,00. Triunfos depois de estar perdendo geram R$ 11,00 e R$ 10,00 para anfitriões e visitantes, respectivamente.

Confira os jogos de ida das quartas de final da Copa do Brasil:

Quarta-feira (1º de agosto)

19h30 – Santos (R$ 2,60) 0 x 1 (R$ 3,00) Cruzeiro. Empate: R$ 2,90

21h45 – Corinthians (R$ 1,55) 1 x 0 (R$ 6,50) Chapecoense. Empate: R$ 3,75

21h45 – Grêmio (R$ 1,90) 1 x 1 (R$ 2,45) Flamengo. Empate: R$ 3,10

Quinta-feira (2 de agosto)

19h15 – Bahia (R$ 3,20) x (R$ 2,37) Palmeiras. Empate: R$ 3,10

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Natural de Belo Horizonte. Torcedor do Cruzeiro e da Juventus. Um Doente por Futebol. Desde pequeno um apreciador do esporte mais popular do mundo, preferindo mais em acompanhar do que jogar (principalmente por não ter talento algum com a bola).