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A merecida chance de David Neres na Seleção Brasileira

  • por Victor Gandra Quintas
  • 7 Meses atrás

Foi em outubro de 2016 que David Neres vestiu a camisa dos profissionais do São Paulo pela primeira vez. Naquele dia, diante do Fluminense, não esperava que sua carreira decolasse tão rapidamente. Ainda naquele brasileirão, o jogador marcaria seu primeiro gol pelo time paulista. Viria a terminar o ano com 8 partidas disputadas, sendo sete como titular, e marcando três gols.

Quase três anos depois recebe sua primeira convocação para a Seleção Brasileira. Vendido ao Ajax, da Holanda, o jovem meia-atacante tem enchido os olhos de quem acompanha o futebol do velho continente.

Recentemente foi importante nos confrontos diante do Real Madrid, quando o Ajax eliminou da Champions League o atual campeão europeu. No geral o confronto terminou em 5×3 para os holandeses, com Neres marcando um gol e dando uma assistência. Além do mais, o excelente futebol do atleta tem contribuído com campanha de seu time no torneio europeu, feito que o time não alcançava desde a temporada 2002-03.

Apesar do jogo diante do Real Madrid ter sido determinante para sua convocação, seus números pelo Ajax impressionam. Contando somente a Erendivisie, o campeonato holandês, Neres fez 23 partidas, sendo 15 como titular. Marcou cinco vezes e deu outros oito passes para gol. Na temporada passada, quando já via seu nome ser sugerido para a seleção por alguns torcedores, foram 28 jogos, com 4 saindo do banco de reservas. Foram 11 assistências para gol, com o atleta marcando 14 ele mesmo. Números expressivos!

A ida de Neres para a seleção é mais que merecida, e o jogador terá a chance de provar seu valor. Na Liga dos Campeões, o Ajax terá um desafio complicado, tendo de enfrentar a Juventus de Cristiano Ronaldo. Bem, já conseguiu a façanha de eliminar um gigante, quem sabe não repete o feito?

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Natural de Belo Horizonte. Torcedor do Cruzeiro e da Juventus. Um Doente por Futebol. Desde pequeno um apreciador do esporte mais popular do mundo, preferindo mais em acompanhar do que jogar (principalmente por não ter talento algum com a bola).