De ‘revanche’ contra Neymar Jr. até Arsenal russo: Por onde andam os alemães vice-campeões olímpicos

  • por Doentes por Futebol
  • 1 month atrás

Doentes por Futebol fez um breve levantamento para trazer curiosidades daquele time que poderia ter evitado o ouro brasileiro nos Jogos Rio-2016

Por Kaíque Ferreira

Neymar Jr pronto para cobrança de pênalti. Corre para a bola, diminui o ritmo e acerta o canto esquerdo do goleiro. Bola de um lado, arqueiro do outro. Explosão em uma mais uma tarde de temperatura alta no Maracanã. E mais quente ainda estava o coração de cada brasileiro. Ajoelhado no gramado, aos prantos, estava o nosso camisa 10. Mix de alegria, evasão da pressão e um grito único: ‘é campeão’.

Há exatos quatro anos, no dia 20 de agosto de 2016, essa cena nascia na mente de todos os doentes por futebol. Ali, o Brasil se sagrava, pela primeira vez, medalhista de ouro no futebol olímpico. Dirigidos por Rogério Micale, Neymar Jr, Gabriel Jesus, Gabriel Barbosa, Luan e Marquinhos levaram a nação ao delírio. Depois de mais de 1.460 dias, sabemos bem o caminho de vários daqueles personagens que vestiram a amarelinha. Contudo, o que aconteceu com os alemães desde então?

O Brasil buscava sua primeira medalha de Ouro Olímpica

Geralmente, o ciclo olímpico dura quatro anos. Entretanto, por conta da pandemia do Covid-19, os comentários sobre o evento tiveram de ser adiados para 2021. Nesta época, provavelmente, estaríamos comentando sobre os jogos da competição. Então, para retomar o assunto e, visto que quinta-feira é o dia mundial do ‘TBT’, o Doentes por Futebol fez um breve mapeamento sobre a Alemanha de 2016.

Aclamados por conta do vistoso futebol apresentado pelo Bayern de Munique (ALE), principalmente após a chegada de Hans-Dieter Flick, os alemães estão, novamente, no centro da discussão. E, naquele time olímpico, temos desde jogador do ‘Arsenal russo’ até uma possível ‘revanche’ contra Neymar Jr e Marquinhos.

Autor de dois gols na vitória diante do Lyon (FRA), pela semifinal da Liga dos Campeões (19/20), Gnabry era titular naquela tarde ensolarada do Maracanã, em 2016. Na disputa por pênaltis, ele foi o segundo cobrador. A quarta cobrança, aliás, foi de Süle, defensor dos Bávaros. Ambos colocaram a bola no fundo das redes, mas não evitaram a derrota. Do outro lado, estavam Neymar Jr e Marquinhos. A dupla brasileira também acertou os pênaltis e, agora, estará frente a frente contra os alemães pela disputa da ‘orelhuda’. Virá uma revanche?

Gnabry e sua comemoração “diferenciada” ao marcar gols

Daquele time, muitos dos jogadores atuam no futebol alemão. Os destaques ficam por conta dos irmãos Bender (Sven e Lars), ambos do Bayer Leverkusen; Brandt, do Borussia Dortmund; e Klostermann, da sensação RB Leipzig, nesta temporada. Autor do gol durante os 90 minutos, Meyer atua no Crystal Palace-ING.

Entre as curiosidades, Petersen, que perdeu o único pênalti na disputa, está no Freiburg-ALE. Já o defensor Bauer, reserva no fatídico jogo, atua no Arsenal Tula, equipe russa, oitava colocada no torneio nacional. Confira, abaixo, os convocados e as respectivas equipes atuais dos jogadores alemães.

Goleiros: Timo Horn (Colônia-ALE), Huth (SC Paderborn 07-ALE) e Oelschlägel (Borussia Dortmund-ALE);

Defensores: Klostermann (RB Leipzig-ALE), Süle (Bayern de Munique-ALE), Ginter (Borussia Mönchengladbach), Toljan (Sassuolo-ITA), Bauer (Arsenal Tula-RUS) e Philipp Max (Augsburg-ALE);

Meio-campistas: Sven Bender (Bayer Leverkusen-ALE), Lars Bender (Bayer Leverkusen-ALE), Meyer (Crystal Palace-ING), Brandt (Borussia Dortmund-ALE), Prömel (Union Berlin-ALE) e Max Christiansen (SV Waldhof Mannheim-ALE);

Atacantes: Selke (Werder Bremen-ALE), Gnabry (Bayern de Munique-ALE), Petersen (Freiburg-ALE).

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