DOENTES POR FUTEBOL
  • Home
  • GUIA DE JOGOS
  • DPF Talks
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
  • Contato
    • Entre em contato
    • Sobre
Sem Resultado
Ver todos os resultados
DOENTES POR FUTEBOL
  • Home
  • GUIA DE JOGOS
  • DPF Talks
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
  • Contato
    • Entre em contato
    • Sobre
Sem Resultado
Ver todos os resultados
DOENTES POR FUTEBOL
GUIA

Quais os segredos do Remo para voltar à Série A depois de três décadas?

Redação Doentes Por Futebol por Redação Doentes Por Futebol
27 de novembro de 2025
no Nacional
0 0
0
Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsApp
Foto: Instagram/Clube do Remo

Grande história desta semana no futebol brasileiro, o Remo está de volta à elite do futebol brasileiro e, em 2026, disputará a Série A do Brasileirão, um feito que parecia distante no início da temporada, mas que foi construído com base em mudanças estratégicas da diretoria, viradas de chave e a força de uma torcida apaixonada que sonhava com este feito após 31 anos sem estar na elite do futebol brasileiro.

A campanha histórica do Leão Azul na Série B de 2025 não foi obra do acaso, mas sim o resultado de uma reestruturação profunda que transformou um time de meio de tabela em uma máquina de vitórias na reta final da competição

Desde a chegada de uma nova gestão no futebol até a aposta em um “caldeirão” particular, passando por contratações certeiras e a recuperação de jogadores importantes, vários fatores foram cruciais para o sucesso. O Doentes por Futebol detalha abaixo cinco pilares que explicam como o Remo superou as adversidades e carimbou seu passaporte para a primeira divisão, ficando com a última vaga entre os que retornam à elite, ao lado de Coritiba, Athletico e Chapecoense.

Veja Também

São Paulo descumpre promessa de pagamento ao elenco e estabelece novo prazo

A rodada mais maluca do Brasileirão: 36 gols em dez jogos

1. A “Era Braz”: Mudanças no futebol com a chegada do ex-Flamengo

A virada de chave do Remo começou fora de campo com a contratação do executivo de futebol Marcos Braz. Com um currículo vitorioso no Flamengo, onde conquistou duas Libertadores e dois Brasileiros, Braz chegou com a missão de profissionalizar o departamento e tomar decisões fortes.

Foi ele o responsável por uma reformulação no elenco, trazendo 16 novos jogadores, com uma mescla de alguns nomes com rodagem em grandes clubes do Brasil e apostas vindas da Europa, até certo ponto desconhecidas por aqui mas que se mostraram certeiras.

O dirigente, que já declarou que a ida para o Remo foi principalmente buscando sair da exposição dos grandes centros, assumiu em me um momento que o time vivia boa fase sob o comando de Daniel Paulista. Mas viu, o treinador decidir trocar a equipe paraense para disputar a Série A com o Sport. Contratou Antonio Oliveira, que não desempenhou um bom papel, mas Braz soube a hora de mexer contratando Guto Ferreira que comandou a virada de chave da equipe.

 

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Clube do Remo (@clubedoremo)

2. O “Fator Guto Ferreira”: A chegada do treinador que mudou tudo

Quando Guto Ferreira, apelidado carinhosamente de “Gordiola”, foi contratado, o Remo ocupava a 12ª posição na Série B, a sete pontos do G-4. A chegada do experiente treinador teve um impacto imediato e avassalador.

Com um novo sistema de jogo e a recuperação da confiança do elenco, a equipe engatou uma sequência de seis vitórias consecutivas, saltou na tabela e não saiu mais da zona de acesso. Guto soube extrair o melhor de cada jogador e foi o grande arquiteto da arrancada remista.

A experiência em disputar Séries B com um grande desempenho também fez a diferença. Com o acesso do Remo, ele consegue pela quinta vez em sua história levar uma equipe à Série A. Além do Remo, ele já tinha subido com Ponte Preta (2014); Bahia (2016); Internacional (2017) e Sport (2019).

3. Reforços experientes e garimpo internacional

A reformulação promovida por Marcos Braz trouxe peças que agregaram qualidade e experiência ao elenco. Nomes conhecidos como o lateral Jorge (ex-Santos e Palmeiras), o volante Victor Cantillo (ex-Corinthians) e o meia-atacante Nathan “Pescador” chegaram para dar mais corpo ao time.

Além disso, o “garimpo” no mercado internacional foi um diferencial, com as chegadas do meio-campista grego Panagiotis Tachtsidis (ex-Roma), do atacante português João Pedro e do uruguaio Diego Hernández, que se tornaram peças fundamentais na reta final para o acesso do Remo. João Pedro inclusive foi autor de dois gols na partida contra o Goiás, que decretou o acesso do Remo.

4. O “Caldeirão” do Baenão: A troca de estádio que fez a diferença

Uma das decisões mais polêmicas e acertadas de Marcos Braz foi tirar o time do moderno Mangueirão (53 mil lugares) e levar os jogos para o acanhado Baenão (13 mil lugares). A justificativa era criar um “caldeirão” e usar a pressão da torcida como arma.

A estratégia funcionou perfeitamente. Com o apoio massivo do Fenômeno Azul, o Remo se tornou praticamente imbatível em casa, transformando o Baenão em sua maior fortaleza na campanha do acesso. O bom desempenho como mandante fez inclusive que o Remo se sentisse confortável para decidir também no Mangueirão quando necessári, como no jogo do acesso, na vitória contra o Goiás.

5. O faro de artilheiro de Pedro Rocha

Nenhuma campanha de acesso é completa sem um homem-gol. No Remo, esse papel foi desempenhado com maestria por Pedro Rocha. O experiente atacante foi a principal referência ofensiva da equipe durante toda a Série B, sendo o artilheiro do time na competição.

Seus gols decisivos, especialmente na reta final, foram fundamentais para garantir as vitórias cruciais que selaram o retorno do Leão à primeira divisão do futebol brasileiro.

Tags: Acesso do Remocampeonato brasileiro Série BClube do RemodestaqueEstádio BaenãoFenômeno AzulFutebol ParaenseGuto FerreiraLeão AzulMarcos BrazPedro RochaRemoSérie A 2026

Veja Também Posts

Harry Massis, presidente do São Paulo. Foto: divulgação
Nacional

São Paulo descumpre promessa de pagamento ao elenco e estabelece novo prazo

Harry Massis, presidente do São Paulo. Foto: divulgação A crise financeira do São Paulo ganhou mais um capítulo preocupante....

por Doentes por Futebol
1 de setembro de 2026
Athletico e Fluminense foi o jogo com mais gols, seis no total. Foto: marina Garcia / Fluminense
Nacional

A rodada mais maluca do Brasileirão: 36 gols em dez jogos

Athletico e Fluminense foi o jogo com mais gols, seis no total. Foto: marina Garcia / Fluminense O Campeonato...

por Doentes por Futebol
1 de setembro de 2026
Próxima Postagem
Neymar treinou normalmente nesta sexta-feira e deve ir para o jogo contra o Sport. Foto: Raul Baretta/Santos FC

Vale o sacrifício? Veja o desempenho do Santos com e sem Neymar no Brasileirão

Recentes

Grêmio vende Gabriel Mec por metade do valor que esperava

1 de setembro de 2026
Harry Massis, presidente do São Paulo. Foto: divulgação

São Paulo descumpre promessa de pagamento ao elenco e estabelece novo prazo

1 de setembro de 2026
Athletico e Fluminense foi o jogo com mais gols, seis no total. Foto: marina Garcia / Fluminense

A rodada mais maluca do Brasileirão: 36 gols em dez jogos

1 de setembro de 2026
DPF » De torcedor para torcedor

© 2025 Doentes por Futebol - Contaminando o planeta bola!

  • Home
  • GUIA DE JOGOS
  • DPF Talks
  • Notícias
  • Contato

Nossas Redes

Welcome Back!

Sign In with Facebook
Sign In with Google
OR

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • GUIA DE JOGOS
  • Home
  • Notícias
    • Nacional
    • Internacional
  • DPF Talks
  • Contato
    • Entre em contato
    • Sobre

Usamos cookies no nosso site para te oferecer a experiência mais relevante ao lembrar suas preferências e repetir visitas. Ao clicar "Aceitar", você consente que usemos todos os cookies.
Vá para versão mobile